quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Coral do Colégio Puríssimo levou música e animação para Lar de Idosos

RIO CLARO/SP - No próximo dia 27 de setembro é celebrado o Dia Mundial do Idoso. Nesta semana, os alunos do Colégio Puríssimo que participam  do Coral visitaram o Centro de Convivência do Idoso Mãe da Saúde, obra social mantida pela Paróquia Nossa Senhora da Saúde, da cidade de em Rio Claro.

A instituição atende cerca de 30 idosos, que participam de variada programação semanal. Com repertório da Música Popular Brasileira (MPB) e do Folclore, "o coral levou os presentes a uma viagem pelo tempo, fato relatado pelos frequentadores da instituição, que mencionaram o tempo de infância e juventude na qual a música fazia parte das atividades que realizavam", relata o coordenador da Pastoral, Denilson Ansanello.



Saiba Mais:

COLÉGIO PURÍSSIMO
Rio Claro – SP

Irmãs ICM: Conheça a Irmã Sueli Rosane Gonzatti

Dificuldades, desafios e alegrias: “Me tornaram mais pessoa, mais realizada e mais FELIZ neste caminho como Irmã do Imaculado Coração de Maria”

Confira o relato de vida da Irmã Sueli Rosane Gonzatti.



Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria

Conheça a história da Irmã Josiana Santos

Apresentamos a Irmã Josiana Santos, que reside em São Paulo. A pergunta dela é certeira: “E você jovem? Não quer nos ajudar nessa missão, seguindo Jesus? Venha! Coragem!”

Qual é a sua resposta?


Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria

Estados Unidos: Papa Francisco canoniza frei franciscano Junípero Serra

O Papa Francisco presidiu, nesta quarta-feira (23/9) à missa de canonização do Beato Pe. Junípero Serra, apóstolo da Califórnia, no Santuário Nacional da Imaculada Conceição, em Washington.


“Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo o digo: alegrai-vos!” Um convite que toca fortemente a nossa vida. Alegrai-vos – diz-nos São Paulo, com a força quase duma ordem. Um convite no qual ecoa o desejo de que todos experimentemos uma vida plena, uma vida que tenha sentido, uma vida jubilosa. É como se Paulo tivesse a capacidade de ouvir cada um dos nossos corações e desse voz àquilo que sentimos, àquilo que vivemos. Há algo dentro de nós que nos convida à alegria, não nos contentando com paliativos que procuram simplesmente tranquilizar-nos”, disse Francisco.

“Por outro lado, vivemos as tensões da vida diária”, frisou o pontífice. “Muitas são as situações que parecem pôr em dúvida este convite. A dinâmica, a que muitas vezes estamos sujeitos, parece levar-nos a uma resignação triste que pouco a pouco se vai transformando num hábito com uma consequência letal: anestesiar o coração.”

“Não queremos que a resignação seja o motor da nossa vida; ou será que queremos? Não queremos que a rotina se apodere da nossa vida; ou sim? Por isso podemos questionar-nos: como proceder para que não se anestesie o nosso coração? Como aprofundar a alegria do Evangelho nas várias situações da nossa vida?”, perguntou o Papa.

Anunciar

“O espírito do mundo nos convida ao conformismo, à comodidade. Perante este espírito mundano é necessário voltar a sentir que precisamos uns dos outros, que temos uma responsabilidade para com os outros e o mundo, a responsabilidade de anunciar a mensagem de Jesus. Porque a fonte da nossa alegria situa-se naquele desejo inexaurível de oferecer misericórdia, fruto de ter experimentado a misericórdia infinita do Pai e a sua força difusiva. Ide ter com todos, a fim de anunciar ungindo e ungir anunciando.” 

“A isto, nos convida hoje o Senhor dizendo: A alegria, o cristão experimenta-a na missão: ide ter com os povos de todas as nações. A alegria, o cristão encontra-a num convite: ide e anunciai. A alegria, o cristão renova-a e atualiza-a com uma vocação: ide e ungi. Envia-vos a todas as nações, a todos os povos. E, neste todos de há dois mil anos, estávamos incluídos também nós. Jesus não dá uma lista seletiva com aqueles a quem se deve ir e a quem não ir, com aqueles que são dignos, ou não, de receber a sua mensagem, a sua presença. Pelo contrário, abraçou sempre a vida como esta Lhe aparecia: com cara de tristeza, fome, doença, pecado; com cara de ferimentos, sede, cansaço; com cara de dúvidas e de fazer piedade.” 

“Longe de esperar uma vida embelezada, decorada, maquiada, abraçou-a como a encontrava; mesmo que fosse uma vida que muitas vezes se apresentava arruinada, suja, destroçada. A todos – disse Jesus –, ide e anunciai; a toda esta vida, tal como é e não como gostaríamos que fosse: ide e abraçai no meu nome.” 



Cura

“Ide pelas encruzilhadas dos caminhos, ide... anunciar, sem medo, sem preconceitos, sem superioridade nem purismos; a todos aqueles que perderam a alegria de viver, ide anunciar o abraço misericordioso do Pai. Ide ter com aqueles que vivem com o peso da tristeza, do fracasso, da sensação duma vida destroçada, e anunciai a loucura dum Pai que procura ungi-los com o óleo da esperança, da salvação. Ide anunciar que os erros, as ilusões enganadoras, as incompreensões não têm a última palavra na vida duma pessoa. Ide com o óleo que cura as feridas e restabelece o coração.”

“A missão nunca nasce dum projeto perfeitamente elaborado ou dum manual bem estruturado e programado; a missão nasce sempre duma vida que se sentiu procurada e curada, encontrada e perdoada. A missão nasce de se fazer uma, duas e mais vezes a experiência da unção misericordiosa de Deus”, disse ainda Francisco.

“A Igreja, o povo santo de Deus, sabe percorrer as estradas poeirentas da história, frequentemente permeadas por conflitos, injustiças, violência, para ir encontrar os seus filhos e irmãos. O santo povo fiel de Deus não teme o erro; teme o fechamento, a cristalização em elite, o agarrar-se às próprias seguranças. Sabe que o fechamento, nas suas múltiplas formas, é a causa de tantas resignações. Por isso saiamos, vamos oferecer a todos a vida de Jesus Cristo. O povo de Deus sabe envolver-se, porque é discípulo d'Aquele que Se ajoelhou diante dos seus, para lhes lavar os pés.”


Tradição

“Hoje encontramo-nos aqui, porque houve muitos que tiveram a coragem de responder a este chamado; muitos que acreditaram que na doação a vida se fortalece, e se enfraquece no comodismo e no isolamento. Somos filhos da ousadia missionária de muitos que preferiram não se fechar nas estruturas que nos dão uma falsa proteção, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta. Somos devedores duma Tradição, duma cadeia de testemunhas que tornaram possível que a Boa Nova do Evangelho continue a ser, de geração em geração, Nova e Boa.”

“Hoje, recordamos uma daquelas testemunhas que souberam testemunhar nestas terras a alegria do Evangelho: Padre Junípero Serra. Soube viver aquilo que é «a Igreja em saída», esta Igreja que sabe sair e ir pelas estradas, para partilhar a ternura reconciliadora de Deus. Soube deixar a sua terra, os seus costumes, teve a coragem de abrir sendas, soube ir ao encontro de muitos aprendendo a respeitar os seus costumes e as suas características.”

Esperança

Francisco disse que que o Apóstolo da Califórnia, “aprendeu a gerar e acompanhar a vida de Deus nos rostos daqueles que encontrava, tornando-os seus irmãos. Junípero procurou defender a dignidade da comunidade nativa, protegendo-a de todos aqueles que abusaram dela; abusos que hoje continuam a encher-nos de pesar, especialmente pela dor que provocam na vida de tantas pessoas”.

“Escolheu um lema que inspirou os seus passos e plasmou a sua vida: «Sempre avante». Soube-o dizer, mas sobretudo viver. Esta foi a maneira que Junípero encontrou para viver a alegria do Evangelho, para que não se anestesiasse o seu coração. Foi sempre avante, porque o Senhor espera; sempre avante, porque o irmão espera; sempre avante por tudo aquilo que ainda tinha para viver; foi sempre avante. Como ele então, possamos também nós hoje dizer: sempre avante”, concluiu Francisco.  

Rádio Vaticano

Irmãs ICM: Irmã Teolide Viecieli, missionária na Bolívia

“É tão bom viver num país que acolheu a gente e acolhe até hoje! Querida jovem, não pense muito! Entregar a vida a Deus como religiosa vale a pena! Decida! Diga SIM hoje e para sempre.”

Relato da Irmã Teolide Viecieli, missionária ICM na Bolívia.


Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria

Conheça a história da Irmã Anisia Thiele

“Com a força de Deus, a gente é capaz de vencer qualquer dificuldade.”.

Irmã Anisia Thiele nos relata um pouco da missão das Irmãs do Imaculado Coração de Maria no Paraguai.



Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria

Conheça a história da Irmã Fernanda Bedinotto.

“Ser Irmã do Imaculado Coração de Maria é uma realização! É uma forma de testemunhar para a sociedade um jeito diferente de viver: um jeito alegre, um jeito livre!”

Conheça a história da Irmã Fernanda Bedinotto.


Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Devoção à Bem-Aventurada Bárbara Maix nas Filipinas, Ásia

A devoção à Bem-Aventurada Bárbara Maix chegou à Ásia. Desde a metade do mês de junho, a relíquia da fundadora da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria é venerada na Província de Bulacan, nas Filipinas.

Após conhecerem a vida e a obra da Bem-Aventurada fundadora ICM, uma missionária pediu o envio de relíquia para a capela de um asilo destinado a idosos abandonados pelas famílias. O espaço foi fundado por um padre. O asilo está localizado no distrito de Santa Maria, na Província de Bulacan.

“Os avós ficaram exultantes ao receberem sua primeira relíquia. É incomum por aqui ter esse santo tesouro. Tenho certeza que, com a ajuda de seu diretor espiritual, a devoção a Madre Bárbara Maix terá início no orfanato e vai se espalhar como fogo selvagem” disse a missionária local que pediu pra não ser identificada.



BÁRBARA MAIX (1818-1873) nasceu em Viena, na Áustria. A providência de Deus a conduziu para o Brasil onde fundou a Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria. Sua missão foi inteiramente dedicada as crianças e jovens, sobretudo aos mais pobres. Foi beatificada em 06 de novembro de 2010, em Porto Alegre/RS.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Papa: Proteger os filhos dos ressentimentos do casal

Nesta quarta-feira de céu nublado na capital italiana, o Papa concedeu a sua última audiência antes da pausa de verão, prevista para o mês de julho. A Praça São Pedro recebeu o Pontífice com o carinho habitual, aplaudindo a passagem do papamóvel. Dezenas de milhares de fiéis, turistas e romanos presenciaram o encontro. (Veja o vídeo da audiência)

Nas últimas catequeses, prosseguindo no tema das Famílias, o Papa analisou algumas fragilidades da condição humana, como a pobreza, a doença e a morte. Desta vez, Francisco quis refletir sobre as feridas que surgem no âmbito da convivência, “quando a família machuca a si mesma”... “a pior coisa!”, disse o Papa. “Palavras, ações e omissões que, em vez de exprimir amor, corroem-no e mortificam-no”.

Feridas
“E quando as feridas são subestimadas, acabam degenerando, se transformam em prepotência, hostilidade e desprezo. O esvaziamento do amor conjugal gera ressentimentos e a desagregação do casal recai sobre os filhos”, advertiu.

“Quando os adultos perdem cabeça, quando cada um pensa apenas em si mesmo, quando o pai e a mãe se agridem, a alma dos filhos sofre imensamente, sentem-se desesperados. E nós? Não obstante a nossa sensibilidade, tão evoluída, parece que ficamos anestesiados diante das feridas profundas nas almas das crianças”. 

Reflexo nos filhos
Francisco continuou dizendo que “na família, tudo está interligado. Quando um homem e uma mulher, que se comprometeram a ser ‘uma só carne’ e formar uma família, pensam obsessivamente nas próprias exigências de liberdade e gratificação, esta distorção fere profundamente o coração e a vida dos filhos. 

“Temos que entender bem isso: o marido e a mulher são uma só carne; mas as suas criaturas são carne da sua carne. Quando se pensa na dura advertência que Jesus fez aos adultos para não escandalizarem os pequeninos, pode-se compreender melhor a sua palavra sobre a grave responsabilidade de salvaguardar o vínculo conjugal que dá início à família humana. Quando o homem e a mulher se tornam uma só carne, todas as feridas e todo o abandono do pai e da mãe incidem na carne viva dos filhos”. 

Indiferença
O Papa fez uma ressalva: “Há casos em que a separação é inevitável; às vezes pode se tornar até moralmente necessária, quando se fala de salvar o cônjuge mais frágil, ou filhos pequenos, de feridas causadas pela prepotência e a violência, das humilhações e da exploração, da indiferença. Terminando a catequese, o Pontífice destacou a questão do acompanhamento pastoral, por ele muito sublinhada no âmbito dos debates do Sínodo Extraordinário sobre a Família e ressaltada também como central no próximo encontro sinodal, em outubro:

“Ao nosso redor, há muitas famílias que se encontram na situação chamada ‘irregular’ (palavra de que não gosto). Nós nos perguntamos: Como ajudá-las? Como acompanhá-las para que as crianças não sejam ‘reféns’ do pai ou da mãe? Peçamos ao Senhor uma fé grande para vermos a realidade com o olhar de Deus; e uma caridade grande, para nos aproximarmos destas pessoas com coração misericordioso”.  

Rádio Vaticano

terça-feira, 23 de junho de 2015

Colégio Mãe de Deus realizou simulado do ENEM

PORTO ALEGRE - Nos dias 02 e 03 de junho, no Colégio Mãe de Deus, alunos da 2ª e 3ª séries do Ensino Médio realizaram a prova do Simulado do ENEM 2015, espaço em que tem a oportunidade de experimentar o processo de preparação e realização desta avaliação que, de forma muito significativa, interfere na vida da maioria dos jovens estudantes.

O simulado tem por objetivo contribuir na caminhada de preparação do educando para a passagem ao mundo universitário, assim como para estar atento e preparado para enfrentar os mais diferentes desafios que a sociedade lhe oferece, não desperdiçando oportunidades e sendo capaz de discernir e optar de acordo com seus sonhos e projetos de Vida.